Um Sorriso (para marida) - Natália NP - 17/11/2009

Porque todos têm problemas
É, a vida é assim, como lidar?
Te ver triste dessa maneira
Tu não imagina o que me dá

Porque eu faria o que fosse preciso
Pra tirar um sorriso de teus lábios
Eu atravessaria desertos sem água
Marida, eu secaria os mais profundos rios

Então vamos lá, eu sei que isso não tá muito bom
Mas é o melhor que eu posso fazer agora no improviso
E mesmo que eu não possa te ver agora
Por favor, me dê apenas um sorriso *-*

(Porque tu sabe que sempre vou estar do teu lado. õ/)

Eu estou com vontade de escrever aqui hoje, mas embora tenha em mente algumas coisas que eu poderia escrever, não sei como escrevê-las. São dois assuntos, que não têm nada a ver um com o outro, mas os dois estão fazendo parte de mim agora. x-x















Estou baixando o filme "Pocahontas". Me deu uma crise de infância agora e uma baita vontade de ver esse filme. Culpa daquela música "Colors of the Wind", que está tocando aqui no youtube e eu coloco para repetir sempre que acaba. Sabe, todo mundo fala isso, mas sério... Quando eu era criança as coisas eram muito diferentes e melhores. Imagino que antes era ainda melhor e antes... Quanto mais passa o tempo mais piora, embora deveria melhorar. =T

Você vê, é muito difícil um filme como "O Rei Leão", por exemplo, ser feito hoje em dia. Não faria sucesso. As crianças hoje querem guerras e brigas, as meninas só sabem cada vez mais cedo ficar se enchendo de maquiagem e pensando em garotos, os meninos ficam ouvindo esses funks e com uma mentalidade mais fútil que o normal. Será que eu estou ficando velha? Oras, só tenho 18 anos! O fato é que estão tentando cada vez mais pular a infância para uma fase que não estão preparadas. E como será o futuro dessas crianças?

Sobre o outro assunto... Sabe, todos têm problemas. Mas sempre parece que tem uma fase que todo mundo acaba ficando com problemas e talz, sei lá. Parece que estou nessa fase. Eu e a maior parte dos que conheço estamos cheios com alguma coisa, estamos com a mente sendo tomada por inquietações e pensamentos que estressam e nos deixam malucos. Provavelmente tem um pouco daquela coisa de adolescente sempre aumentar seus problemas mais do que o normal, mais ainda assim... x-x

Mas, sabe, fugir também não dá. Eu já tentei fugir. Não que meus problemas sejam muitos, na verdade, comparado ao que o pessoal me fala eu até me sinto mal pelo fato de meus problemas serem tão idiotas. Ainda assim eu já tentei fugir. E me ausentei do mundo por um tempo, me prendi num mundo irreal e ignorava o fato que o mundo real batia a minha porta. Mas não dá pra fugir para sempre. Para qualquer problema, não dá pra fugir para sempre. E adiar enfrentá-lo só
irá torná-lo mais forte e pior.

E sabe... Os amigos estão ai para ajudar. '-' Não dá pra se esconder atrás de uma máscara de felicidade e fingir que está tudo bem quando não está. Não dá para tentar resolver tudo sozinho e tentar ser o super homem ou a mulher maravilha. Ninguém é assim. Por mais que não gostamos, nós todos precisamos de ajuda as vezes. =T

É isso. '-' Acho que falei o que tinha que falar. Faz bem isso, é legal. %%' No próximo post vem um poeminha de improviso que eu fiz para a marida(Isa) no msn. Eu achei que ficou legal, espero que não tenha problemas de colocar aqui.

Música da Vez: Colors of the Wind - Pocahontas (meio óbvio o motivo, né? x) )

O Príncipe – Natália NP – 16/11/2009

Era o dia.

Não mais um dia. Mas o dia. Ela finalmente conseguiria o que tanto esperara em toda sua vida. Seus sonhos de infância se tornariam realidade e mal acreditava em sua sorte. Ele era perfeito. Seu príncipe encantado.

Não havia sido fácil. Nunca é fácil, na verdade, mas ela achava que as coisas eram sempre mais difíceis quando se tratava de si. Anos e anos e anos se passavam e nada dele. Era como se todos estivessem certos e ele não existisse. Teria que se virar com alguém imperfeito. Todas se viravam com seres imperfeitos.

Mas então algo aconteceu. Ele apareceu em sua vida como o raiar do sol depois de eras de escuridão. Iluminou seu mundo sombrio, acabando com as sombras que nele existiam. Era ele. Desde o primeiro momento, ela sabia que era ele.

Agora não faltava muito. Ia chegar um pouco atrasada, alguns minutos, para deixá-lo ansioso. Sabia essas estratégias de como agir, para deixar um homem com mais vontade ainda. Uns dez minutos fazendo-o esperar mostrariam que ela não estava assim tão na dele. Não que não estivesse.

Chegou. Estava vazio. Onde ele estava? Com certeza algum problema tinha acontecido para ele ainda não ter chegado. Ia esperar. Esperou.

O relógio passava com uma lentidão irritante. A cada novo minuto os seus olhos desciam novamente para o pulso esquerdo, sua perna direita se movendo para cima e para baixo.

Dez minutos.

Talvez o feitiço tivesse virado contra a feiticeira. Ele estava fazendo aquilo por querer. Queria deixá-la ansiosa. Então provavelmente estava tão afim quanto ela. Abriu um sorriso. Pensar nisso a reconfortava. Ele iria chegar a qualquer momento.

Vinte minutos.

Sua perna não parava. Agora tinha que se segurar para não começar a roer as unhas pintadas naquele mesmo dia. Estava ansiosa. Estava nervosa. Estava preocupada. Mas tinha algum motivo. Ele iria chegar a qualquer momento agora.

Meia hora.

Será que seu relógio não estava adiantado? Ele nunca a deixaria daquela maneira esperando. A não ser que alguma coisa tenha acontecido. Ela mordeu o lábio inferior preocupada.

Uma hora.

Agora a situação estava critica. Suas unhas estavam sendo roídas. Sua mente inventava inúmeras situações que poderiam levar a fazê-lo se atrasar tanto. Olhou para o celular, mas ele não tinha ligado para falar nada. Será que deveria?

Uma hora e meia.

Não podia mais esperar sem se preocupar. Tinha que ligar para ele e saber o que havia acontecido. Respirou fundo. Discou o número. Chamou uma vez... Duas... Três. Alguém atendeu. Ela prendeu a respiração. A voz dele lhe chegou ao ouvido como veludo. Um sorriso brotou de seus lábios. E desapareceu no instante seguinte.

Ele não viria.

Desligou o celular com classe. O guardou na bolsa comprada na noite anterior. Seu rosto permanecia sério, centrado. Ela levantou-se de onde estava e saiu andando do lugar. Havia aprendido algo naquela noite.

Príncipes encantados não existem.

Estou a um tempinho já na frente do pc, tentando pensar no que escrever aqui. '-' Veja bem, por mais que eu adore escrever eu tenho uma certa dificuldade para isso, principalmente quando não tenho idéias. Mas, olha só, já escrevi um pouco. O começo é sempre o pior, acreditem.
O fato é que não sei direito porque estou criando este blog. Mentira, eu sei. É... Mas não sei colocar aqui. Não que vocês precisem saber. Argh, ok, perdi o rumo. x-x Voltando...
É o quarto blog que eu crio. \o/ E eu exclui todos os outros, sem ninguém saber que eles existiam. G_G Por que? Hm... Boa pergunta. Não gosto de me mostrar, entende? A partir do momento que uma pessoa passa a te entender e a te conhecer ela tem um certo poder sobre ti. E é bom ser um mistério. x)
Só que... Sei lá, como eu disse, gosto de escrever e um bom lugar para colocar as coisas que escrevo é num blog. \o/ Aliás, para que/quem estou me explicando? --'
É isso. '-' Próximo post vem meu primeiro conto, escrito ontem de madrugada. %%' Então... See ya. õ/

Música da Vez: The Fratellis - Whistle For The Choir (uma certa pessoa me viciou nela)

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